Aplicativo criado por brasileiros reúne mais de 200 mil usuários de maconha

10 de março de 2017 / Atualizado em 9 de março de 2017
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Apesar de estar imersa em polêmicas, a indústria em torno da maconha continua crescendo pelo mundo, e atrai empresas brasileiras, como os criadores do aplicativo Who is Happy?. No país, esse mercado, se legalizado e regulamentado, poderia render entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões por ano apenas para os cofres públicos,de acordo com um estudo divulgado pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados.

Segundo informações da revista Exame, a rede social foi lançado em janeiro pelos publicitários João Paulo Costa e Henrique Torelli, que criaram o programa a partir de suas experiências pessoais. O “app” funciona por geolocalização, reunindo usuários e negócios relacionados à cultura canábica. O Who is Happy já tem 200 mil usuários em mais de 100 países.

Os usuários clicam em um botão de check-in e uma fumaça verde mapeia em um raio de um quilômetro, mostrando se há alguém consumindo maconha. É possível compartilhar a forma de consumo (cigarro, alimentos, medicamentos) e os sentimentos desfrutados, usando adesivos adicionados ao mapa do aplicativo. O usuário ainda pode localizar empresas que atuam legalmente nesse mercado.

A empresa iniciou os trabalhos no Brasil e enfrentou dificuldades devido à falta de regulamentação do mercado nacional de maconha – um exemplo é a pequena quantidade de estabelecimentos que puderam ser incluídos no mapa do aplicativo. No entanto, a maioria dos usuários está no Brasil e nos Estados Unidos.

Por Redação

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